Gênero: Queer

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A construção dos gêneros

A revista Sociologia publicou no número 33, uma matéria sobre a Teoria de Gênero bem didática. É só clicar na imagem que vai pro link onde está a matéria na íntegra.

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Queer Comics

Tirinhas e HQs são um terreno no qual eu vejo, com frequência, serem explorados os “outros corpos”. Esses dias, procurando não lembro mais o que, achei bem por acaso um site brasuca sobre quadrinhos queers. Tem link pra tirinha Muriel completa do Laerte, entre outros. Vale à pena! (clique na imagem)

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Transexuais desfilam na passarela da semana de moda de Bogotá

http://video.br.msn.com/watch/video/transsexuais-desfilam-na-passarela-da-semana-da-moda-de-bogota/1giamfz1c

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Perfil (estréia)

Eu vi há algum tempo em um site gringo a idéia desse tipo de perfil. A idéia é mostrar a grande variedade de identidades de gênero e sexualidade, dando uma dimensão, através de vários perfis, da pluralidade  do ser humano neste aspecto.  E que não existe uma só identidade transgênera, como também não existe uma simples relação binária entre heterossexualidade ou homossexualidade.

A minha intenção por aqui era publicar um perfil a cada semana, mas percebi que muitas pessoas preferem preservar a sua intimidade, o que é muito compreensível. Decidi portanto começar a proposta de um perfil por mês, e se a idéia emplacar, passo a fazer com mais frequencia – quem sabe as pessoas vejam que não tem nada demais coisa e tal. O ideal é que façamos com a foto da pessoa, mesmo que ela esteja montada, mas se houver interesse em ser publicado sem foto, não vamos nos opor e temos interesse mesmo assim em entrevistá-l@.

Os interessados devem enviar um email para generoqueer@gmail.com e podemos conversar sobre a publicação do seu perfil!

Bem, vamos enfim ao 1º!

*****

Você pode me chamar de…
Tábata. Alguns amigos usam Bill, mas é só um apelido que pegou.

Eu me identifico como…
Gender-queer. Não vamos complicar: não me identifico como aquilo que a sociedade chama de homem ou mulher. Fazendo minhas as palavras de Jess Goldberg em Stone Butch Blues (de Leslie Feinberg),I’m both and neither” (Trad.: Eu sou ambos e nenhum dos dois).

Eu prefiro, ao se referirem a mim, que utilizem o pronome…
De maneira geral, quando alguém se refere a mim, não tenho problema com pronomes: acho tranquilo que usem o masculino ou o feminino. Porém (claro que não poderia ser assim tão simples), se a pessoa me confunde com um menino – quando eu não tenho a intenção – eu costumo não gostar.
Ok, não faz sentido, mas é assim que eu me sinto.
E piora: se eu me preparei pra pass como um cara (ser percebid@ como um cara), e alguém me chamar pelo pronome feminino, não tenha dúvida, vou ficar bem bolad@!
Na dúvida, use formas neutras: “Oi, pessoa!”

Eu me atraio por…
Entre mulheres e homens, só saio com mulheres. Quanto a indivíduos fora desse espectrum, não saberia dizer.

Quando as pessoas falam sobre mim, eu quero que eles…
Não fiquem tão preocupados com o meu gênero. É só uma parte do que eu sou.

Eu quero que as pessoas entendam…

Que gênero é, antes de quase tudo, uma manifestação cultural – como tantas outras – naturalizada. Eu também queria que a galera transgênero parasse com a onda patologizadora: não há nada de errado com a gente! “It is gender stereotypes and social sex-role fascism that is pathological” (Patrick Califia)  (Trad.: O estereótipo de gênero e o fascismo dos papéis sexuais que são patológicos).

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Atualizações mais esparsas

Olá, pessoal,

Gostaria de esclarecer que, devido ao fim das férias e início do último ano do mestrado, e também por causa de pequenos trabalhos que ando fazendo,  as atualizações continuarão, mas não serão mais diárias.

Atenciosamente,

Adriana

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Drag Queens no canal VH1

RuPaul, a drag queen mais famosa do mundo, apresenta a competição mais chique da televisão. Doze concorrentes disputam o título de America’s Next Drag Queen Superstar.

Quintas, às 21h no canal à cabo VH1.

 

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Life Transgendered: ensaio fotográfico

Uma série de lindas fotografias que retratam um corpo transgênero:

Clique no link abaixo para conferir todo o ensaio

via: http://jpgmag.com/stories/11878

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“Queer Music Heritage”: um site extraordinário

Há alguns anos atrás me deparei com esse site extremamente mal-feito, o “Queer Music Heritage”, que tem um design horrível e, para o qual não dei muita atenção em um primeiro momento. Depois fui percebendo que se você tiver um pouco de paciência com a confusão que ele é, com a poluição visual dele, dá pra encontrar MUITA coisa interessante.

Vale à pena dar uma navegada. Aí vão algumas fotos e capas de revistas antigas que encontrei por lá. Ao final, deixarei alguns links interessantes que encontrei nele.

Links:

http://www.queermusicheritage.us

http://www.queermusicheritage.us/drag.html

http://www.queermusicheritage.us/oct2009d.html

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Letra da música “Born This Way” da Lady Gaga

Lady Gaga no seu discurso contra a lei "Don't Ask, Don't Tell", que proíbe soldados norte-americanos de falarem sobre sua homossexualidade.

Born This Way
It doesn’t matter if you love him, or capital h-i-m
Just put your paws up
‘Cause you were born this way, baby

Verse:
My mama told me when I was young
We are all born superstars
She rolled my hair and put my lipstick on
In the glass of her boudoir
“There’s nothin wrong with lovin who you are”
She said, “‘cause he made you perfect, babe”
“So hold your head up girl and you’ll go far,
Listen to me when I say”

Chorus:
I’m beautiful in my way
‘Cause god makes no mistakes
I’m on the right track baby
I was born this way
Don’t hide yourself in regret
Just love yourself and you’re set
I’m on the right track baby
I was born this way

Post-chorus:
Ooo there ain’t no other way
Baby I was born this way
Baby I was born this way
Ooo there ain’t no other way
Baby I was born-
I’m on the right track baby
I was born this way
Don’t be a drag -just be a queen
Don’t be a drag -just be a queen
Don’t be a drag -just be a queen
Don’t be!

Verse:
Give yourself prudence
And love your friends
Subway kid, rejoice your truth
In the religion of the insecure
I must be myself, respect my youth
A different lover is not a sin
Believe capital h-i-m (hey hey hey)
I love my life I love this record and
Mi amore vole fe yah (love needs faith)

Repeat chorus + post-chorus

Bridge:
Don’t be a drag, just be a queen
Whether you’re broke or evergreen
You’re black, white, beige, chola descent
You’re lebanese, you’re orient
Whether life’s disabilities
Left you outcast, bullied, or teased
Rejoice and love yourself today
‘Cause baby you were born this way
No matter gay, straight, or bi,
Lesbian, transgendered life
I’m on the right track baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I’m on the right track baby
I was born to be brave

Repeat chorus

Outro/refrain:
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I’m on the right track baby
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I’m on the right track baby
I was born this way hey

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Um chileno queer: Pedro Lemebel

Pedro Lemebel
Origem: Wikipédia em espanhol.

Pedro Lemebel Mardones, mais conhecido como Pedro Lemebel (n. Santiago de Chile, 21 de novembro de 1955) é um escritor e artista chileno.

O escritor e artista visual, tem colaborado em várias mídias. Ele já publicou vários livros, que lidam principalmente com as referências autobiográficas da marginalidade chilena. Seu estilo irreverente kitsch-barroco, tornou-se conhecido em toda América Latina.

Em 1980, quando a literatura foi marginalizado pela ditadura militar de Augusto Pinochet, fundou, juntamente com Francisco Casas, a arte coletiva “Mares do Apocalipse” (1987). Ambos os autores, se transformaram em agentes do seu próprio texto, gerado a partir da ruptura da realidade homossexual dos discursos institucionais.

Seu trabalho no grupo atravessou a performance,o travestismo,a fotografia, o vídeo e a instalação. Mas as reivindicações de memória, os direitos humanos e sexualidade, bem como a procura de um lugar no diálogo para a democracia.

Entre 1987 e 1995, “Mares do Apocalipse” fez cerca de oito centenas de eventos públicos.

Em 1999, ele ganhou uma bolsa Guggenheim, e em 2004 foi convidado para a Universidade de Harvard como professor. Em 2002, ele escreveu o romance: “Tengo miedo torero”, que foi levado ao cinema em 2005.

Obras

  • Los incontables (1986).
  • La esquina es mi corazón (1995).
  • Loco afán: crónicas de sidario (1996).
  • De perlas y cicatrices (1998).
  • Tengo miedo torero (2001).
  • Zanjón de la Aguada (2003).
  • Adiós, mariquita linda (2005).
  • Serenata cafiola (2008).

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