Gênero: Queer

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Indicação: Transamerica (2005)

Eu indico esse filme com algumas ressalvas. A atriz, Feliticy Huffman, está maravilhosa no papel da transexual Bree, não podemos negar. Ela ganhou com merecimento o Globo de Ouro por esse papel. Mas eu não consigo assistir ao filme sem pensar “porque o papel não pôde ser dado a um transexual?”. Sabe, existem muitos transexuais por aí, e sempre que vão fazer um filme, o papel é dado a um heterossexual, seja uma mulher ou um homem. E esses papéis são sempre digno de Oscars, Globos de Ouro ou pelo menos se tornam um marco na carreira do artista. Aconteceu isso com o Rodrigo Santoro quando fez Carandiru, com a Simine Spolatore, quando fez a transgender butch de Elvis e Madonna (exibido no Festival do Rio e ainda não lançado nos cinemas), com Gael Garcia Bernal em Má Educação. Aliás, não se vê transexuais fazendo filmes, novelas, seja qual for o tipo de papel.

Fora esse incômodo que me abateu, no vemos diante da bela história, não devo negar.  O transexual Bree descobre que concebeu um filho 17 anos atrás, ao ter sua única relação sexual com uma mulher. Ela, que era sua amiga acaba se suicidando, e ele recebe a ligação inesperada do menino, que quer reencontrar o pai. Bree, que está perto de fazer sua cirurgia definitiva de mudança de sexo, fica sem rumo e acaba passando por experiências inesperadas.

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